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O evento de compromissos Stand Up for Ukraine, realizado em Varsóvia, na Polônia, no dia 9 de abril, anunciou um total de US$ 10,1 bilhões (9,1 bilhões de euros) em novas doações e empréstimos para apoiar quem precisou deixar suas casas na Ucrânia.

Os US$ 4,6 bilhões (4,1 bilhões de euros) em doações e US$ 5,5 bilhões (5 bilhões de euros) em empréstimos serão fundamentais para ajudar os esforços com refugiados na Ucrânia, oferecendo moradia, segurança econômica, além de apoio para organizações locais e agências da ONU que atuam ao lado de refugiados e pessoas deslocadas internamente.

A utilização desses fundos não deve prejudicar outras prioridades cruciais de desenvolvimento e assistência humanitária, nem colocar populações vulneráveis em situações de competição entre si. O esforço para amenizar a crise humanitária na Ucrânia não pode comprometer pessoas vulneráveis em outras partes do mundo.

O evento de compromissos, promovido pela Global Citizen em parceria com a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen e o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, aconteceu após o grande movimento nas redes sociais de Stand Up For Ukraine no dia 8 de abril, quando ativistas, artistas, defensores de causas e influenciadores cobraram uma resposta dos principais líderes mundiais em favor dos deslocados da Ucrânia e de todo o mundo.

Liderado por von der Leyen e Trudeau junto à Global Citizen e apresentado por Isha Sesay, com a participação de Andrzej Duda, presidente da Polônia, o evento Stand Up for Ukraine buscou arrecadar bilhões de dólares para enfrentar as crises humanitárias e fortalecer o apelo urgente de financiamento da ONU para ajudar mais de 4,4 milhões de refugiados que saíram da Ucrânia, 6,5 milhões de pessoas deslocadas dentro do país e outras prioridades globais de assistência humanitária.

À medida que a invasão da Ucrânia pela Rússia se intensificava, o presidente Zelenskyy enviou uma mensagem em vídeo à Global Citizen em 6 de março, pedindo o apoio de pessoas do mundo inteiro ao povo ucraniano. Nas semanas seguintes, Zelenskyy compartilhou diversas mensagens com a comunidade da Global Citizen, atualizando sobre a guerra, mostrando toda a gravidade da crise humanitária e o crescimento do fluxo de refugiados deixando a Ucrânia. Em todas as mensagens, ele incentivou as pessoas a cobrar dos líderes globais uma resposta rápida e direta. Esses apelos fizeram parte de uma campanha maior por ajuda internacional, mas destacaram o papel fundamental de cada pessoa na luta pelos direitos humanos e na defesa pela paz.

Todo esse engajamento fez com que von der Leyen e Trudeau anunciassem o evento de compromissos Stand Up for Ukraine em sintonia com o movimento nas redes sociais promovido pela Global Citizen em 8 de abril.

Como parte da campanha Stand Up for Ukraine, a Global Citizen e mais de 70 organizações, empresas e instituições divulgaram uma carta aberta no dia 8 de abril pedindo que líderes mundiais, governos, artistas, filantropos e empresas apoiem ações de socorro humanitário para refugiados da Ucrânia e também em outras regiões afetadas por conflitos no mundo.

As Nações Unidas pediram US$ 1,7 bilhão para enfrentar a crise de refugiados cada vez mais complexa, mas salientaram que, pela dimensão do desafio, muito mais recursos serão necessários e esse dinheiro não pode ser retirado de outros fundos humanitários já existentes. Segundo a Oxfam, governos em todo o mundo já começaram ou pensam em simplesmente remanejar fundos de ajuda humanitária para priorizar demandas ucranianas.

Presidente Duda, von der Leyen, Hugh Evans e Trudeau juntos no Stand Up for Ukraine, Varsóvia, 9 de abril de 2022.
Image: Czarek Sokolowski / AP

Durante toda a campanha, a Global Citizen defende a solidariedade global com comunidades que enfrentam diferentes desafios nos quatro cantos do mundo: da guerra à pobreza, da crise climática às desigualdades absurdas. Na campanha Stand Up for Ukraine, cidadãos da Global Citizen chamaram a atenção para o compromisso de destinar recursos a ações humanitárias na Ucrânia e nos países vizinhos, sem discriminar segundo as nacionalidades das pessoas beneficiadas durante a crise.

Além disso, lutamos para garantir que os valores prometidos sejam realmente novos e não previamente destinados a outras causas. Isso é fundamental para evitar cortes em programas já existentes e essenciais de desenvolvimento e ajuda humanitária, por exemplo, para custear gastos de acolhimento de refugiados nos países que os recebem.

Os recursos precisam ser novos, como insistem os ativistas, pois do contrário isso só irá agravar situações humanitárias em outros países e nenhuma crise deveria ser colocada contra outra na disputa por recursos. Também é importante que volumes semelhantes de ajuda sejam destinados para outras partes do mundo.

No evento Stand Up for Ukraine vimos vários tipos de compromisso: recursos destinados para as autoridades ucranianas, agências da ONU, entidades locais e custos de realocação de refugiados, além de empréstimos e garantias financeiras. Alguns compromissos de realocação incluem verbas dos Estados membros da União Europeia para acolher refugiados, oferecer moradia, oportunidades econômicas, acesso à saúde e educação. A implementação e o valor total empenhado vão depender do número de pessoas reassentadas em cada país.

Von der Leyen, Hugh Evans e Duda conversam com ativista no Stand Up for Ukraine, Varsóvia, em 9 de abril de 2022.
Image: Brian Dowling / Getty Images for Global Citizen

Apesar de ser necessário cobrir custos do acolhimento de refugiados nos países da União Europeia e região, isso não pode ser feito em detrimento de outras populações vulneráveis mundo afora. O apoio dos países doadores é vital para garantir assistência ao desenvolvimento e respostas humanitárias. A Global Citizen segue na luta para que a ajuda chegue a quem vive em pobreza extrema em qualquer canto do planeta e para as pessoas mais atingidas por crises humanitárias, seja na Ucrânia, no Iêmen, na Síria, no Afeganistão ou na Etiópia.

Além das promessas financeiras feitas por governos, empresas e parceiros da filantropia, também tivemos entregas em formato de doações em bens e serviços para apoiar o socorro dentro da Ucrânia e em países que recebem refugiados ucranianos.

Doações feitas por cidadãos também fizeram parte da campanha Stand Up for Ukraine. Mais de US$ 530 mil foram doados para a GlobalGiving Ucrânia.

Fundo de Ajuda em Crises apoiado por quase 5.000 pessoas em 66 países diferentes.


Com espírito de colaboração e solidariedade, líderes governamentais demonstraram apoio às pessoas que fogem de conflitos dentro da Ucrânia e também nos países vizinhos. Isso incluiu promessas de novos compromissos financeiros e humanitários como parte da campanha Stand Up For Ukraine, feitas desde o final de fevereiro de 2022. 

A COMISSÃO EUROPEIA, como parceira da campanha Stand Up For Ukraine, prometeu 600 milhões de euros para a Ucrânia e 400 milhões de euros para refugiados na União Europeia.
CANADÁ, como parceiro na campanha Stand Up For Ukraine, o Primeiro-Ministro anunciou hoje um apoio humanitário adicional de 100 milhões de dólares canadenses para responder ao agravamento da crise humanitária na Ucrânia e nos países vizinhos, ajudando a fornecer serviços de saúde emergenciais, incluindo atendimento a traumas, proteção e itens essenciais como abrigo, água e alimento. Esses fundos serão destinados a parceiros humanitários experientes, que têm as melhores condições de ajudar quem mais precisa, de forma rápida e eficiente. Com esse anúncio de hoje, o Canadá já destinou 245 milhões de dólares canadenses desde janeiro de 2022 em assistência humanitária para responder aos impactos do conflito. O Primeiro-Ministro também compartilhou um pacote de medidas para facilitar a vinda de ucranianos para o Canadá, incluindo:
  • · Voos charter direcionados ao Canadá para ucranianos;
  • · Suporte de renda por um período limitado para garantir as necessidades básicas; e
  • · Acomodação temporária em hotel por até duas semanas.
Essas novas medidas vão ajudar mais ucranianos a aproveitar o programa de autorização especial para viagens de emergência Canadá-Ucrânia (CUAET), trazendo também alívio aos parceiros europeus que estão apoiando os ucranianos deslocados neste momento.
BÉLGICA se comprometeu a destinar 813 milhões de euros em apoio à Ucrânia e aos refugiados ucranianos, aumentando os orçamentos já existentes. A maior parte desse valor (730 milhões de euros) será voltado para custos com refugiados dentro da Bélgica, com parte do apoio para outros estados membros e pessoas deslocadas internamente. Esses números serão ajustados conforme o volume de novos refugiados e os projetos do governo.
CROÁCIA prometeu 100 milhões de euros para ajudar os ucranianos que buscam refúgio no país durante os próximos seis meses de 2022.  
REPÚBLICA TCHECA destinou mais 200 milhões de euros para custos com refugiados no próprio país. Global Citizen continua trabalhando para garantir que o auxílio ao desenvolvimento internacional não seja usado para custear despesas internas com refugiados, algo essencial para milhões de pessoas ao redor do mundo.
BANCO DE DESENVOLVIMENTO DO CONSELHO DA EUROPA destinou 1 bilhão de euros em empréstimos aos seus estados membros para apoiar necessidades de longo prazo de refugiados e comunidades anfitriãs.
O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTOS divulgou o plano de disponibilizar mais 4 bilhões de euros em financiamentos (empréstimos) até o fim de 2023. O banco já havia anunciado no mês passado a intenção de criar um pacote de bilhões de euros para mitigar as consequências da crise dos refugiados.
O BANCO EUROPEU PARA A RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO confirmou a destinação de 1 bilhão de euros do seu Pacote de Resiliência de 2 bilhões de euros, lançado no mês passado. Esse valor vai apoiar refugiados fora da Ucrânia e pessoas deslocadas internamente no país.
ESTÔNIA prometeu 100 mil euros em ajuda humanitária direta suplementar para pessoas deslocadas dentro da Ucrânia. Essa promessa soma-se a outras contribuições anteriores que a Estônia já realizou em apoio ao povo ucraniano.
FINLÂNDIA destinou 700 milhões de euros para custos com refugiados dentro do país, anunciados como aumento dos orçamentos atuais, parte da decisão orçamentária de 5 de abril de 2022. A Finlândia também ressaltou as contribuições já realizadas até agora em apoio à Ucrânia e Moldávia.
IRLANDA decidiu direcionar todos os fundos do REACT-EU, totalizando 53 milhões de euros, para fins humanitários, além de destacar seu apoio humanitário contínuo à Ucrânia, que já soma 20 milhões de euros até agora.
ITÁLIA reforçou o apoio já dado aos ucranianos que chegam à Itália, totalizando 500 milhões de euros, além de uma contribuição anterior de 110 milhões de euros em assistência financeira à Ucrânia. A Itália também fez uma nova promessa de 360 milhões de euros em ajuda humanitária para refugiados na Europa.
MALTA disponibilizou 50 mil euros em serviços de acesso à saúde para refugiados ucranianos via uma agência da ONU em um país vizinho, e prometeu mais repasses de fundos ao longo do ano. Global Citizen entende que esse recurso se trata de uma realocação do orçamento de assistência internacional de Malta e reforça a importância de Malta – e de todos os países – manterem o apoio essencial ao desenvolvimento internacional, especialmente para países ao redor do mundo.
ESLOVÁQUIA se comprometeu com 530 milhões de euros para apoiar a Ucrânia, além de 5 milhões de euros para a cooperação transfronteiriça entre Eslováquia e Ucrânia. Global Citizen está avaliando a finalidade e impacto desses fundos, e segue engajada em campanhas por ajuda humanitária à Ucrânia e países vizinhos, sem discriminação e sem cortes em programas de desenvolvimento já existentes. A Eslováquia também declarou apoio à iniciativa “School to Go” para garantir a continuidade educativa das crianças ucranianas.
SUÉCIA prometeu 300 milhões de euros para custos relacionados a refugiados dentro do país e informou à Global Citizen que esse valor não será retirado do orçamento de assistência internacional.
CATAR anunciou uma doação de 5 milhões de dólares americanos em ajuda humanitária para apoiar refugiados ucranianos e pessoas deslocadas dentro do país, por meio do Fundo do Catar para o Desenvolvimento.

Manifestações de apoio à iniciativa Stand Up for Ukraine, destacando alocações e reforço nas contribuições desde o fim de fevereiro.

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As iniciativas e manifestações abaixo foram mobilizadas graças aos nossos parceiros corporativos, filantrópicos e organizacionais, a quem agradecemos o apoio. 

AUSTRÁLIA reforçou sua contribuição já existente de 65 milhões de dólares australianos em apoio humanitário ao povo da Ucrânia, além da doação de suprimentos de carvão para garantir a segurança energética do país.
ÁUSTRIA destacou sua ajuda humanitária à Ucrânia e à região até agora, incluindo uma promessa anterior de dobrar doações privadas até 18 de abril de 2022 para a iniciativa ‘Nachbar Claro! Aqui está a tradução para o português (Brasil), utilizando um tom informal e mantendo as instruções e as tags HTML conforme solicitado: ```html
BAHREIN – A Royal Humanitarian Foundation anunciou seu apoio à campanha Stand Up for Ukraine e às contribuições humanitárias para a Ucrânia em março de 2022.
BULGÁRIA deu as boas-vindas de braços abertos aos refugiados que fugiram da Ucrânia e reforçou todas as medidas que o país já adotou até agora.
CHIPRE reforçou o compromisso anterior de EUR 100.000 dedicados a ações humanitárias dentro da Ucrânia e nos países vizinhos por meio das agências da ONU. Essa promessa soma-se às contribuições já feitas desde o começo do conflito.
DINAMARCA reafirmou o apoio à Ucrânia e aos ucranianos que fogem da guerra. Segundo o governo dinamarquês informou para Global Citizen, o valor total já destinado à ajuda humanitária passa de 53 milhões de dólares, além de mais de 22 milhões de dólares em apoio do Banco Mundial para a Ucrânia.
FRANÇA também declarou seu apoio à campanha Stand Up for Ukraine.
ALEMANHA reforçou um repasse anterior de 425 milhões de euros em contribuições para apoio humanitário e desenvolvimento na Ucrânia e nos países vizinhos, além de 70 milhões de euros em assistência médica pelo Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia.
GRÉCIA reafirmou de vez o compromisso de reconstruir o hospital maternidade de Mariupol, promessa feita primeiramente em março de 2022.
HUNGRIA declarou apoio à campanha Stand Up for Ukraine.
ISLÂNDIA reafirmou apoio à Ucrânia, com cerca de 3,8 milhões de dólares em recursos para assistência humanitária via agências internacionais.
JAPÃO destacou as contribuições já feitas para a Ucrânia, incluindo 300 milhões de dólares em assistência financeira, ajuda humanitária e itens de socorro.
KOSOVO reafirmou a intenção de receber 5.000 refugiados vindos da Ucrânia, proposta aprovada como resolução no parlamento do país no mês anterior.
KUWAIT confirmou a destinação de 2 milhões de dólares em ajuda humanitária para a Ucrânia e países vizinhos, transmitidos para agências especializadas das Nações Unidas.
LETÔNIA anunciou apoio à campanha Stand Up for Ukraine e reforçou a ajuda humanitária já dedicada à Ucrânia por meio de contribuições bilaterais, do fundo fiduciário EBRD, agências da ONU e organizações internacionais.
LITUÂNIA destacou suas doações em ajuda humanitária e financeira para a Ucrânia, somando 40 milhões de euros.
LUXEMBURGO reafirmou o apoio a pessoas deslocadas internamente e refugiados, incluindo a destinação recém-anunciada de 3 milhões de euros em ajuda humanitária através de agências internacionais, além dos esforços para apoiar quem foge do conflito nos países vizinhos da Ucrânia e chega em Luxemburgo.
MÉXICO confirmou seu apoio à campanha Stand Up for Ukraine.
NORUEGA reforçou seu apoio à Ucrânia, que hoje soma esforços no total de 2 bilhões de coroas norueguesas em ajuda humanitária e custos com refugiados no país.
ROMÊNIA informou que já destinou 50 milhões de euros para refugiados e 3,5 milhões de euros em assistência humanitária, incluindo a entrega de 11 ambulâncias totalmente equipadas para Lviv.
ESLOVÊNIA anunciou 710 mil euros em apoio humanitário para refugiados ucranianos em países vizinhos e para demandas de emergência na Ucrânia. Essa ajuda chega a organizações como o World Food Programme, Comitê Internacional da Cruz Vermelha, ITF Enhancing Human Security, Caritas Eslovênia, e outras formas de apoio, às quais o país já enviou contribuições semanas atrás.
ESPANHA reiterou o envio de 31 milhões de euros em ajuda humanitária para a Ucrânia, anunciado pela primeira vez em março de 2022.
SUÉCIA comprometeu-se com 300 milhões de euros para custos com refugiados dentro do país, e informou à Global Citizen que esse valor não sai dos orçamentos de ajuda oficial ao desenvolvimento (ODA).
SUÍÇA destacou 80 milhões de francos suíços destinados a pessoas impactadas pelo conflito na Ucrânia e refugiados em países vizinhos.
O REINO UNIDO reforçou o apoio com 400 milhões de libras em ajuda humanitária e econômica para a Ucrânia, além de 500 milhões de libras em recursos financeiros, anunciados pela primeira vez em março e fevereiro, respectivamente.
Os ESTADOS UNIDOS também confirmaram apoio à campanha Stand Up For Ukraine e reiteraram a ajuda humanitária disponibilizada, incluindo uma alocação recente de 1 bilhão de dólares como parte da resposta contínua.
BLUE BOTTLE COFFEE fez uma doação de US$ 50.000 para os esforços humanitários do International Rescue Committee e para o GlobalGiving Ukraine Crisis Relief Fund.
THE COCA-COLA COMPANY prometeu 9 milhões de dólares em apoio financeiro e em espécie, que vão ajudar a aumentar o fornecimento de comida e água na Ucrânia, oferecer auxílio imediato a pessoas deslocadas dentro do país e apoiar refugiados em países ao redor.
CONTINENTAL DEVELOPMENT CORPORATION doou US$ 10.000 por meio do GlobalGiving Ukraine Crisis Relief Fund.
CISCO fez uma contribuição de 4 milhões de dólares, sendo 3 milhões em auxílio em espécie e 1 milhão em doações de colaboradores para várias organizações locais que atuam na Ucrânia e nos países ao redor, além de 4 milhões em contribuições anteriores da própria Cisco, Cisco Foundation e funcionários para esforços humanitários na Ucrânia.
CRUSH MUSIC doou US$ 25.000 para esforços de ajuda humanitária na Ucrânia por meio do GlobalGiving Ukraine Crisis Relief Fund.
DOCUSIGN fez uma doação de US$ 40.000 para agências humanitárias da ONU e para o GlobalGiving Ukraine Crisis Relief Fund.
GOOGLE doou US$ 1,5 milhão em apoio aos esforços humanitários do International Rescue Committee na Ucrânia e em todo o mundo.
NESPRESSO fez uma doação de US$ 250.000 para esforços humanitários na Ucrânia através do GlobalGiving Ukraine Crisis Relief Fund.
NESTLÉ fez uma doação de US$ 250.000 para esforços humanitários na Ucrânia através do GlobalGiving Ukraine Crisis ``` Se precisar de mais trechos ou complementos, só avisar! Fundo de Ajuda.
THE SEADREAM FAMILY FOUNDATION fez uma doação de USD $1,5 milhão para apoiar refugiados na Ucrânia e em todo o mundo, incluindo apoio financeiro ao Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, ao International Rescue Committee e ao GlobalGiving Ukraine Crisis Relief Fund. 
SUN LIFE doou USD $80.000 para ajudar nas ações humanitárias do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados.
TWITTER realizou uma doação de até USD $267.000 para o GlobalGiving Ukraine Crisis Relief Fund, através do seu programa de equiparação de doações dos funcionários.
VERIZON doou USD $250.000 ao Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados em apoio às iniciativas humanitárias na Ucrânia. 
Os seguintes doadores também participaram desta campanha e pediram que o valor doado permanecesse confidencial ao público: CSL Behring, Farmamundi Foundation, The Foundation at Sanofi, Bridgewater Associates, Hugh Jackman e Deborra-lee Furness.

A Global Citizen também quer agradecer aos muitos parceiros que apoiaram a campanha Stand Up for Ukraine e o mutirão nas redes sociais, incluindo: AEG, Bridgewater Associates, CAA, Captivate, Cisco, The Coca-Cola Company, Delta Air Lines, Dolphin Entertainment, Guy Oseary, GSTV, Hugh Jackman e Deborra-lee Furness, iHeartMedia, Intersection, Link Media Outdoor, Live Nation, NBA, NBPA, NHL, NHL Players Association, NHL Alumni Association, OAAA, Oak View Group, the Recording Academy, The Door, TID Agency, Universal Music Group, Verizon e WWE, além de mais de 70 parceiros de políticas públicas, ONGs e sociedade civil


Mesmo antes da guerra na Ucrânia, o mundo já enfrentava números recordes de deslocamentos forçados. Em 2021, havia 84 milhões de pessoas em situação de deslocamento forçado, sendo 26,6 milhões refugiados que precisaram fugir não só de casa, mas também do próprio país. Mesmo assim, a dimensão dessa crise ainda não teve resposta com níveis de financiamento adequados. Na verdade, a ONU relatou um déficit de US$ 10 bilhões em financiamento para assistência básica em situações de refugiados. Essa diferença impede que as agências para refugiados forneçam serviços essenciais de distribuição de alimentos a abrigo e atendimento à saúde. 

Quando os Global Citizens entram em ação, eles estão lutando por um mundo sem pobreza extrema. As vozes dos Global Citizens influenciam líderes mundiais e tomadores de decisão, ajudando a moldar o nosso mundo. Você pode participar da campanha da Global Citizen para acabar com a pobreza e defender o planeta entrando em ação aqui, e se juntar a um movimento de pessoas do mundo todo que estão atuando lado a lado com governos, empresas e filantropos para promover mudanças reais.

A Global Citizen é o maior movimento do planeta de pessoas agindo e gerando impacto para acabar com a pobreza extrema AGORA. A gente posta, twitta, manda mensagem, vota, assina e liga para inspirar quem pode realmente mudar o mundo, líderes de governo, empresas, filantropos, artistas e cidadãos, juntos melhorando vidas. Ao baixar nosso app, os Global Citizens aprendem sobre as causas sistêmicas da pobreza extrema, entram em ação nessas questões e ganham recompensas, que podem ser trocadas por ingressos para shows, eventos e experiências pelo mundo. Para saber mais, visite www.globalcitizen.org e siga @GlblCtzn. 

Impact

Drive the Movement

10,1 bilhões de euros (9,1 bilhões de euros) foram prometidos em novas doações e empréstimos como parte do evento Stand Up for Ukraine para apoiar aqueles que tiveram que fugir de suas casas na Ucrânia.

Por Global Citizen Staff