Rihanna está acostumada a brilhar nos grandes palcos, mas hoje a plateia dela é um pouco diferente do habitual.
A superestrela está na frente do quadro negro de uma escola primária no Maláui, observando enquanto mais de uma dúzia de crianças recitam um problema de matemática juntas. Sem cadeiras ou mesas, os pequenos sentam de forma organizada no chão.
Hoje, a professora, que normalmente precisa dar aula para mais de 100 crianças ao mesmo tempo, teve uma visita pra lá de especial.
Outra turma estuda debaixo de uma árvore enorme, desta vez, praticando aritmética. “Muzu é uma escola legal, mas a gente também tem alguns problemas e desafios,” conta Wongani Nyirenda, de 14 anos, uma das estudantes.
Rihanna foi até a escola de Wongani em 2017 com a Global Citizen para conferir de perto o trabalho da Parceria Global para a Educação, uma organização internacional que está liderando o movimento para garantir que toda criança tenha acesso a uma educação de qualidade e da qual Rihanna é embaixadora.
O Maláui enfrenta uma emergência na educação, e para que as crianças tenham um bom começo de vida e possam ter melhores oportunidades no futuro, é essencial investir nos estudos delas. Até 70% da população vive em pobreza extrema, com menos de US$ 1,90 por dia, de acordo com os dados mais recentes de 2016, e mais de um terço das pessoas não sabe ler nem escrever.
“Às vezes eu não como nada porque não temos comida em casa,” continua Wongani. “Não me incomodo de ficar sem comer de manhã porque acredito no futuro. Quando eu for empresária, vou ter o suficiente para comer. Melhorar a educação é fundamental para acabar com a pobreza extrema das crianças em todos os lugares, especialmente em países como o Maláui, onde cerca de 75% das crianças frequentam o ensino fundamental, mas, segundo dados de 2016, só 8% chegam a se formar no ensino médio.”
"Muzu é uma escola linda, mas há problemas e desafios — faltam salas, alunos estudam sob árvores. Na época de chuva, é arriscado." WONGANI NYIRENDA, ESTUDANTE, MALAWI
Entre 2017 e 2020, a comunidade Global Citizen, junto com a Rihanna, fez uma campanha de sucesso para aumentar o financiamento internacional em apoio à GPE, contribuindo para que o governo alemão dobrasse sua contribuição duas vezes seguidas.
Mas afinal, o que é a Parceria Global para a Educação?
Para que o sonho da Wongani e o de milhões de outras crianças ao redor do mundo, se torne realidade, a Parceria Global para a Educação (GPE) está comprometida em melhorar a educação em escala global.
A escola da Wongani é uma entre milhares espalhadas em mais de 68 países parceiros que contam com o apoio do trabalho da GPE.
Melhorando de forma sistemática o acesso e a qualidade do ensino, a GPE quer ajudar crianças e jovens em todo o planeta, incluindo países como Maláui, Senegal e Iêmen.
Desde 2013, a GPE já destinou quase US$ 500 milhões para apoiar a educação de crianças em Burkina Faso, Chade, Mali, Mauritânia e Níger, todos no Sahel trabalhando lado a lado com os governos desses países para garantir que até mesmo as crianças mais vulneráveis tenham acesso à educação de qualidade. Fortalecendo os sistemas educacionais, alunos de grupos tradicionalmente mais desfavorecidos como meninas, crianças com deficiência e aquelas impactadas por conflitos também podem aproveitar as oportunidades que só a escola pode dar.
A GPE quer garantir que o “Global Goal 4” da ONU sobre educação de qualidade para todas as pessoas seja de fato realizado, trazendo acesso justo e ensino de qualidade para cada criança do mundo. “A GPE é uma ferramenta poderosa para enfrentar o desafio global de possibilitar oportunidades educacionais para todas as pessoas”, destacou o político alemão Olaf in der Beek, do Partido Democrático Livre da Alemanha, que preside o comitê parlamentar de cooperação econômica e desenvolvimento.
UNESCO, UNICEF e o Banco Mundial estão entre as organizações internacionais da sociedade civil e setor privado que apoiam o trabalho da GPE.
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A Alemanha é um dos 20 países doadores que também apoiam a GPE. O país contribui para que a organização desenvolva sistemas de ensino em 68 países menos desenvolvidos, ajudando mais de 160 milhões de crianças a frequentarem a escola de 2002 a 2018.
“Com mais apoio para a GPE, o dinheiro não só chega até as ações básicas de educação, como também traz mudança real nos países beneficiados,” explicou in der Beek. “Países que implementam ações educacionais junto com a GPE também precisam fazer sua própria parte, investindo em educação,” completou. “Isso é importante porque, no longo prazo, queremos que esses países não só consigam financiar a própria educação como também tenham vontade política de continuar investindo nisso. A GPE mostra, na prática, o quanto bons sistemas educacionais são fundamentais para o desenvolvimento econômico e para a saída da pobreza.”
A defesa da Rihanna e o ativismo da Global Citizen também são peças-chave para os esforços da Parceria Global para a Educação avançar e melhorar o ensino mundo afora.
No papel de embaixadora da GPE, Rihanna já se dedica há anos a ajudar a educar meninas e meninos em todo o planeta, sempre fazendo diferença ao incentivar outras pessoas a levantar a voz e aderindo ela mesma à mobilização por meio de ações online.
“As falas da Rihanna e as visitas aos países onde a GPE atua vão ser super influentes na hora de melhorar a vida de milhares de meninas e meninos em todo lugar”, comentou Julia Gillard, ex-primeira-ministra da Austrália e presidente da Global Partnership For Education, sobre a nomeação de Rihanna como embaixadora da GPE em 2016.

Rihanna entra em ação usando toda sua visibilidade global para apoiar e amplificar as vozes de quem mais precisa, recorrendo ao Twitter para cobrar publicamente que líderes globais e políticos invistam mais na educação.
Em 2017, depois de visitar o Maláui e ver de perto os desafios dos países com poucos recursos para a educação, Rihanna tuitou diretamente para o presidente francês Emmanuel Macron pedindo mais investimento internacional nesta área. Pouco tempo depois, Macron convidou a cantora para uma reunião na França e, junto com sua esposa Brigitte Macron e o fundador da Global Citizen, Hugh Evans, discutiram o financiamento da GPE.
Para que a GPE tenha meios e recursos essenciais para melhorar o ensino das crianças do mundo todo, a Global Citizen segue firme na missão de convencer mais governos a investir mais em fundos para a educação.
Global Citizen lança a campanha pela GPE na Alemanha em 2017
O Global Citizen lançou sua primeira campanha em prol da GPE, com foco no governo federal alemão para
ajudar a financiar o trabalho contínuo de educação da organização em países em desenvolvimento. “Por anos, a contribuição da Alemanha para o GPE foi relativamente baixa especialmente se comparada ao gasto total da Alemanha com cooperação para o desenvolvimento”, comenta Carolin Albrecht, diretora nacional da Global Citizen na Alemanha.
Em 2016, a República Federal da Alemanha destinou apenas 7 milhões de euros por ano ao GPE o mesmo valor que vinha repassando já há alguns anos. Só no fim de 2016, depois de anos sem aumento, o parlamento alemão decidiu dar um leve reajuste no financiamento do GPE, subindo para 9 milhões de euros a partir de 2018. Mas ainda não era suficiente.
Foi então, na preparação para a Cúpula do G20 de 2017 em Hamburgo e para o primeiro Global Citizen Festival na Alemanha, que Global Citizen lançou sua campanha para ampliar o apoio financeiro da Alemanha ao GPE.
O objetivo era incentivar a Alemanha e outros países do G20 a arrecadar fundos para o GPE, já de olho na conferência de financiamento do GPE em fevereiro de 2018, no ano seguinte.
Sonja Steffen, relatora do Partido Social-Democrata Alemão para o orçamento do Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento, falou sobre a campanha alemã da Global Citizen: "Como participar de campanhas importantes, como essa internacional pela educação do GPE, tanto dentro quanto fora do parlamento? Não faz mal quando embaixadores e embaixadoras de destaque da política e da sociedade promovem a causa com força [para gerar resultados]!”
Global Citizen Festival Hamburgo: As primeiras respostas do governo alemão.
Para uma campanha da Global Citizen dar certo, é preciso paciência, persistência e, claro, Global Citizens ativos e engajados.
A campanha começou em março de 2017, com um abaixo-assinado em prol da educação das crianças, que teve mais de 100.400 assinaturas pelo mundo. Pessoas da comunidade Global Citizen também enviaram e-mails aos Sherpas do G20 (representantes pessoais dos governos que organizam as cúpulas internacionais) pedindo mais ações em prol da educação. Também usaram o Twitter para pedir aos governos da Alemanha, Reino Unido e Dinamarca que aumentassem seus compromissos com a educação.
Franziska Warner, de Hamburgo, é uma das milhares de Global Citizens que estavam na plateia naquela noite, ela conseguiu seu ingresso para o festival participando das ações da campanha do GPE.
“Quando eu assinei uma petição ou mandei um tweet, não achei que ia dar em algo, mas a sensação de que você realmente contribuiu e provocou mudanças importantes é indescritível”, conta Warner. "Esse foi o sentimento mais marcante da noite pra mim."
"Posso enviar um post, e-mail, algo já pronto, no intervalo do almoço. Leva 30 segundos e pode gerar mudanças reais." FRANZISKA WARNER GLOBAL CITIZEN ALEMANHA
A educação foi destaque durante todo o Global Citizen Festival em Hamburgo. O então presidente da Argentina, Mauricio Macri, também anunciou no palco do Global Citizen naquela noite que, como próximo anfitrião do G20, ele seria o primeiro a colocar a educação na agenda do G20.
“Quero agradecer a todas e todos aqui presentes, que mostraram o que Global Citizens podem alcançar”, disse a superstar internacional Shakira, que também subiu ao palco pra mostrar seu apoio ao GPE e sua missão. “Mais de 145 mil de vocês assinaram uma petição para pedir a todos os países do G20 que ajam pela educação, isso é poderoso e inspirador.”
A primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, também reforçou a importância da educação global, dizendo: “A gente precisa investir nos jovens do mundo todo… e a educação é o melhor investimento.” Ela ainda anunciou que a Noruega dobraria os gastos com educação global para apoiar organizações como o GPE. "Cada criança tem direito a uma educação gratuita e de qualidade", declarou.
Infelizmente, naquela noite o governo alemão não fez nenhum anúncio ao GPE. Antes do evento, o Ministério do Desenvolvimento tinha respondido à nossa pressão assim: “A educação é essencial”, mas, “não houve resposta concreta à nossa demanda atual nem compromisso financeiro com o GPE”, explica Carolin Albrecht.
E a campanha da Global Citizen continuaria firme.
Education is key! Therefore we’ve nearly doubled spending on edu since 2013 to €568M in 2016. #education4all#FundEducation@GPforEducationpic.twitter.com/mfVc7B2GzP
— Bundesentwicklungsministerium (@BMZ_Bund) 20 de abril de 2017
Apelo da Rihanna para Angela Merkel: ‘Você vai ampliar seu apoio à educação?’
Mais de um ano depois, em 18 de setembro de 2018, Rihanna foi ao Twitter novamente e chamou os governos do Japão, Finlândia e Nova Zelândia para cumprirem suas responsabilidades e priorizarem a educação.
Outro Global Citizen Festival estava chegando, desta vez, o primeiro na África o que abriu nova chance para que governos elevassem seus compromissos com a educação.
Para celebrar a vida e o legado do ícone dos direitos humanos Nelson Mandela, no ano em que se completavam 100 anos de seu nascimentoGlobal Citizen fez o Global Citizen Festival: Mandela 100 em Joanesburgo, na África do Sul, em dezembro de 2018.
Pouco antes do festival, Rihanna enviou um tuíte ao governo alemão, aumentando a pressão para que anunciassem mais apoio à educação no Mandela 100. A chanceler Angela Merkel não tem conta própria no Twitter, então Rihanna endereçou a mensagem para o porta-voz do governo Merkel, Steffen Seibert, e para o Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento (BMZ), dirigido pelo ministro Gerd Müller.
Em apenas três horas, Rihanna recebeu uma resposta.
“Obrigado pela sua mensagem e pelo seu compromisso, Rihanna! O acesso à educação é um direito fundamental de todos. A Alemanha é apoiadora ativa da educação para crianças, jovens e adultos. Queremos expandir ainda mais nosso apoio a educação em países em desenvolvimento”, respondeu Seibert.
Thanks for your message and commitment @Rihanna! Access to education is a basic direito de todos. #Germany é uma apoiadora ativa da educação para todas as crianças, jovens e adultos: https://t.co/yKkT880yJt Nós planejamos expandir ainda mais nosso compromisso com a educação em países em desenvolvimento.
— Steffen Seibert (@RegSprecher) 18 de setembro de 2018
O Ministério Federal Alemão para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (BMZ) também respondeu, dizendo: “A educação é a chave para acabar com a pobreza extrema. O BMZ disponibiliza 550 milhões de euros todos os anos para financiar a educação no mundo todo e vai aumentar seu compromisso."
Essa resposta foi um ótimo começo e mostrou potencial, mas ainda não era exatamente o compromisso que os Global Citizens esperavam.
Então o trabalho continuou.
Com a aproximação do dia do festival, os Global Citizens seguiram entrando em ação, na esperança de garantir um compromisso com a educação por parte da Chanceler Angela Merkel e de outros chefes de governo no Mandela 100.
Angela Merkel assume compromisso com o GPE no Mandela 100
A campanha da Global Citizen estava a todo vapor até o próprio dia do festival.
Enquanto Global Citizens do mundo todo seguiam entrando em ação, assinando petições, mandando e-mails e tuítes para líderes globais na preparação para o Mandela 100, ainda tinha muito trabalho por trás dos bastidores.
A equipe da Global Citizen continuou pressionando líderes globais, políticos e empresas privadas para que fizessem compromissos financeiros para eliminar a pobreza extrema, promover igualdade e, é claro, melhorar a educação.
Por fim, chegou 2 de dezembro, um dia que reuniu dezenas de milhares de Global Citizens no estádio FNB de Joanesburgo, para o Global Citizen Festival: Mandela 100. Durante todo o dia, Global Citizens curtiram shows de vários artistas como Beyoncé e Jay-Z, Ed Sheeran e Wizkid; além dos compromissos de líderes mundiais, filantropas, empresas e mais gente, todo mundo trabalhando para eliminar a pobreza extrema.
Depois do festival, a chanceler Merkel enviou uma mensagem em vídeo para os Global Citizens, anunciando que a Alemanha vai aumentar a contribuição anual para o GPE de €18 milhões para €37 milhões em 2019.
Kanzlerin #Merkel verkündet, die Gelder für @GPforEducation auf 37 Mio.€ zu verdoppeln & in den nächsten 3J. 63 Mio.€ für landwirtschaftliche Entwicklung @IFAD bereitzustellen. Eine Welt ohne Armut & Hunger bis 2030 ist das Ziel💪 #GlobalCitizenFestivalSA@RegSprecherpic.twitter.com/OclJXQ07m6
— Global Citizen (@GlblCtznDe) 2 de dezembro de 2018
Com o anúncio da Alemanha, o Global Citizen Festival: Mandela 100 garantiu compromissos que somam US$ 7,2 bilhões, o suficiente para transformar a vida de crianças no mundo todo.
Mas o trabalho para melhorar as oportunidades de educação para milhões de crianças ao redor do mundo não parou por aí. Em 2020, o governo alemão aumentou de novo a contribuição anual para o GPE desta vez para €50 milhões.
“O aumento da contribuição alemã para o GPE para €50 milhões é um grande sinal e uma conquista importante. Mas também é preciso garantir que, a longo prazo, a participação da Alemanha [no GPE] continue crescendo”, disse in der Beek.
Mais €25 milhões da Alemanha para socorro à COVID-19
A COVID-19 é uma emergência humanitária global, que está afetando todo o nosso cotidiano. Os impactos da pandemia são sentidos sobretudo entre as pessoas mais pobres do mundo, agravando desigualdades e atrasando o progresso do desenvolvimento.
A educação também foi bastante impactada, já que milhões de crianças ficaram longe da escola, prejudicando comunidades, economias frágeis e os sonhos de cada um por um futuro melhor.
Desde o início da crise, mais de 1,5 bilhão de estudantes tiveram sua educação afetada pelo fechamento de escolas e outras interrupções provocadas pela COVID-19. Apesar de muitos professores terem migrado para o ensino remoto, muitos alunos mundo afora ainda não têm acesso à tecnologia e eletricidade necessárias para acessar videoaulas e plataformas online. Segundo a UNESCO, metade dos estudantes fora da escola por causa da pandemia não tem acesso a um computador em casa.
Para ajudar a reverter esses efeitos negativos da COVID-19 na educação mundial, a Alemanha se comprometeu a destinar mais €25 milhões ao GPE.
Graças aos esforços dos Global Citizens, em quatro anos a Alemanha aumentou o valor anual transferido para o GPE em €43 milhões, de €7 milhões para €50 milhões. Global Citizens do mundo inteiro tiveram papel fundamental nesse resultado, com mais de 600 mil assinaturas em petições, tuítes e e-mails enviados. O GPE também celebrou o compromisso dos Global Citizens para que esse financiamento essencial acontecesse.
Geoffrey Adlide, gerente de advocacy e comunicação do GPE, comentou sobre os esforços dos Global Citizens: “Global Citizen conseguiu juntar muito bem música e política, conectando artistas, ativistas e pessoas inspiradoras na luta contra a pobreza extrema.”
"Global Citizen mistura pop e política, une artistas e ativistas e inspira todos a acabar com a pobreza. Eles destacam a importância de investir bem em educação, junto a outros parceiros da sociedade civil." GEOFF ADLIDE GLOBAL PARTNERSHIP FOR EDUCATION
“Juntos [com nossos] parceiros da sociedade civil, a Global Citizen cobrou do governo alemão um esforço maior para melhorar a educação global”, ele continuou. “Isso fez a Alemanha dobrar sua contribuição para o GPE três vezes de €7 milhões (2017) para €18 milhões (2018), depois para €37 milhões (2019) e finalmente para €75 milhões (2020)."
Com esse sucesso, a Global Citizen continua mobilizada para garantir que todas as crianças do mundo possam ir à escola e tenham acesso às oportunidades que a educação proporciona.
“A educação é fundamental para uma vida autônoma e é um motor essencial no combate à pobreza”, diz Carolin Albrecht. “A crise do coronavírus escancarou como o fechamento das escolas e a falta de educação afetam as crianças de várias formas. Por isso, na Global Citizen, vamos continuar fazendo de tudo para garantir que toda criança, não importa onde tenha nascido, tenha acesso a 12 anos de educação gratuita, justa e de qualidade, além de continuar cobrando do governo federal uma contribuição justa para alcançar €110 milhões anuais para o GPE."
Você pode participar junto com a gente e cobrar novamente do governo alemão o aumento para €110 milhões diante da recomposição financeira do GPE em 2021. Saiba mais sobre o esforço global por uma educação melhor na luta contra a pobreza extrema aqui.




