Há décadas, o mundo enfrenta uma crise causada por doenças que não conhecem fronteiras: HIV, tuberculose (TB) e malária.
Mas o mundo reagiu — e fez progressos históricos.
Parcerias e investimentos globais uniram governos, comunidades, profissionais de saúde e pessoas defensoras da causa para combater o HIV, a TB e a malária. Esse esforço coletivo mostrou que essas doenças podem ser prevenidas, tratadas e, no fim das contas, eliminadas. Desde então, iniciativas globais salvaram dezenas de milhões de vidas.
Crises recentes de saúde global interromperam os testes e os serviços de prevenção e tratamento das três doenças — o que trouxe retrocessos, aumentou as mortes em algumas regiões e fez com que menos pessoas tivessem acesso a cuidados que salvam vidas.
Agora, os esforços de saúde global precisam de um apoio renovado e contínuo de líderes mundiais para garantir o financiamento necessário e salvar milhões de vidas dessas doenças devastadoras — e evitáveis. Some sua voz e pressione líderes mundiais a fazerem mais e investirem no fim do HIV, da tuberculose e da malária assinando a petição.
Pra ajudar a mostrar a realidade por trás desses números gigantes, pedimos a Global Citizens do mundo todo que contassem como essas doenças impactaram suas vidas. Esses depoimentos emocionantes deixam claro por que é urgente que líderes mundiais ajam agora para erradicar essas doenças mortais. Nas palavras de Karabo, da África do Sul: “Mesmo que a morte seja o destino de todo mundo, ela não deveria ser causada por algo que poderia ter sido resolvido.”
Foi isso que Global Citizens nos contaram.
Juliet, Gana
“Meu tio, que sustentava a família, morreu de AIDS e deixou a filha dele, de 5 anos, infectada. Líderes mundiais precisam agir para acabar de vez com essa doença terrível.”
Andrew, Brasil
“Essas doenças estão destruindo vidas. No mundo inteiro, pessoas estão morrendo. É só ter bom senso: cada um de nós precisa fazer a sua parte pra acabar com essas doenças — inclusive líderes mundiais. O que afeta um de nós, afeta todos nós.”
Maka, África do Sul
“Minha avó, que sempre foi um dos meus exemplos, morreu de AIDS quando eu tinha 10 anos. Ver ela ficando cada vez mais doente foi muito difícil. Ela não é a única pessoa com AIDS na minha família, e eu não quero perder mais ninguém quando existem recursos pra salvar essas pessoas.”
Leo, França
“Isso não é sobre lutar pelo seu próprio país, e sim pelo mundo e pela saúde do mundo. Ninguém merece ser privado de tratamento por causa do lugar onde nasceu.”
Global Citizen anônimo, Malawi
“Já vi situações em que gestantes são facilmente afetadas pela malária e também casos em que pessoas com AIDS têm oportunidades negadas de trabalhar, estudar ou até fazer negócios. Se líderes enfrentarem essas doenças, vão ajudar a salvar vidas e a derrotar o estigma, pra que as pessoas possam viver em liberdade.”
Riviere, Costa do Marfim
“O continente africano é afetado pela malária e meu país, Costa do Marfim, não é exceção. Eu tive malária quando era mais novo, e isso me debilitou, me impedindo de ir à escola. Com prevenção e tratamento agora possíveis, dá esperança ver a taxa de mortalidade caindo. Mas e de 2022 a 2030? Eu peço que líderes ajam agora pra salvar vidas.”
Sserwadda, Alemanha
“Muitos dos meus parentes foram perdidos pra TB e AIDS. Eu entendo totalmente o que é e o que significa perder quem a gente ama. Líderes mundiais têm poder pra agir. É mais do que urgente que eles foquem a atenção e os esforços em derrotar essas doenças mortais antes que mais parentes, familiares e amigos tenham suas vidas tiradas.”
Global Citizen anônimo, Gana
“Minha avó recebeu diagnóstico de tuberculose em 2010. Eu vi ela lutar contra a doença até o último dia. Eu não desejaria isso pra mais ninguém. Também já vi como a malária tira vidas. O mundo com certeza seria um lugar muito melhor sem essas doenças terríveis.”
Karabo, África do Sul
“Pra mim, perder um familiar pra TB foi trágico. Mesmo que a morte seja o destino de todo mundo, ela não deveria ser causada por algo que poderia ter sido resolvido.”
Mehul, Índia
“Muita gente na minha cidade é afetada pela malária, principalmente durante as monções. Líderes precisam garantir melhores condições de higiene e evitar pântanos e água parada, que viram criadouros de mosquitos transmissores de doenças.”
Philip, Gana
"Em Asenema, um vilarejo pequeno na Região Oriental de Gana, meu irmãozinho teve um caso grave de malária, e parte do dinheiro das minhas mensalidades escolares teve que ser destinada ao médico local que estava tratando ele. Com isso, eu perdi metade de um trimestre inteiro de aula.”
Amos, Nigéria
“Eu não consigo esquecer a morte do meu irmão mais novo por complicações da TB em 2009. Se líderes mundiais tivessem sido mais proativos, essa morte desnecessária poderia ter sido evitada. Existe uma necessidade urgente de que líderes mundiais financiem a saúde, especialmente para quem é mais vulnerável.”
Florence, Quênia
“A malária levou pessoas queridas pra sempre — até crianças com menos de cinco anos. É uma doença que mata em 24 horas. Líderes precisam ajudar a garantir que a gente consiga dormir com nossos pequenos dentro de um mosquiteiro tratado e que possamos viver em um ambiente limpo, sem água parada por perto.”
Victor, Brasil
“A TB é uma epidemia no meu país inteiro. As pessoas ainda morrem disso e, mesmo existindo tratamentos eficazes, a gente não vê eles chegando. Falta informação demais e sobra pobreza.”
Christelle, Gana
“É triste saber que, apesar do avanço da tecnologia, pessoas ainda morrem de malária, tuberculose e AIDS. Minha irmã foi afetada pela tuberculose e, mesmo com tratamento gratuito, os comprimidos muitas vezes acabavam. Não é justo. Governos deveriam garantir tratamento gratuito dessas doenças pra todo mundo.”
Khanyisa, África do Sul
“Sete pessoas da minha família não estão mais aqui por causa de
of HIV. Cinco crianças ficaram órfãs por causa do HIV. A história da nossa família foi transformada por essa doença, para sempre.”Sanya, Uganda
“Para um mundo mais seguro, a gente precisa de uma vida livre da AIDS, uma vida livre da TB e uma vida livre da Malária. Então vamos lutar juntxs, como um só, apoiando uns aos outros. Como Global Citizens, que as nossas velas iluminem um caminho para uma vida mais leve.”
Onde quer que você esteja no mundo, dá para participar da campanha e entrar em ação agora mesmo baixando o app do Global Citizen.
