Arábia Saudita: Liberte Manahel al-Otaibi da prisão arbitrária
Peça à Arábia Saudita que liberte Manahel al-Otaibi e reforme leis que suprimem os direitos das mulheres e liberdade de expressão. Assine já.
O que saber:
- Manahel al-Otaibi foi condenada a 11 anos de prisão devido à sua escolha de vestimenta e apoio aos direitos das mulheres.
- Arábia Saudita deve seguir as recomendações da ONU e mudar leis dos direitos das mulheres e liberdade de expressão.
- Ajude a pedir a libertação de uma ativista dos direitos das mulheres injustamente presa. Adicione seu nome à petição.
Saiba mais sobre esta causa:
Em muitos países, as mulheres ainda enfrentam discriminação sistemática que viola seus direitos humanos. A Arábia Saudita é um exemplo, onde um opressivo sistema de tutoria masculina prejudica a vida das mulheres e os ativistas dos direitos enfrentam prisão.
Manahel al-Otaibi, uma instrutora de fitness saudita e ativista dos direitos das mulheres, foi presa em 16 de novembro de 2022. Seu "crime"? Tuitar com hashtags feministas e desafiar o código de vestimenta oficial, postando vídeos sem abaya – liberdades que ela acreditava estarem garantidas pelas reformas anunciadas pelo Príncipe Herdeiro Mohammed bin Salman.
Em 9 de janeiro de 2024, ela foi condenada a 11 anos de prisão durante uma audiência secreta no Tribunal Penal Especializado, com acusações unicamente pela sua escolha de roupa e pela expressão pacífica de visões feministas online. Apesar de suas ações não violentas, ela foi condenada por "ofensas terroristas" sob a rigorosa Lei Antiterrorismo.
Na prisão, Manahel suporta condições desumanas e ataques brutais de guardas e outros prisioneiros. Seu caso contradiz as alegações das autoridades de empoderamento das mulheres, especialmente em meio a uma repressão à liberdade de expressão. Enquanto os líderes sauditas recebem celebridades e atletas globais, a realidade é bem diferente para as mulheres sauditas.
Assine a petição. Ajude ALQST a exigir sua libertação imediata e a reforma das leis para defender os direitos das mulheres e a liberdade de expressão.